O nome dessa postagem também poderia ser mudanças. Em 2011, pequenas – ou grandes- coisas aconteceram. Nesse exato momento, cheguei no meu apartamento quase vazio, com exceção do meu quarto. Sábado sairei daqui. E oficialmente serei uma sem teto. É um pouco estranho não ter endereço fixo, principalmente numa cidade que considero como parte de mim. Fora isso, será minha 21ª mudança em 25 anos de vida. É bastante.
Amanhã – ou hoje – mais uma nova despedida. Mathilde, a menina da Alemanha que recebi em casa, vai embora. E mesmo que tenha sido poucos dias de convivência já me sentia muito bem com ela. Sua companhia é agradável e senti ela como uma amiga.
E isso também passei ontem, quando voltei de uma viagem. Um paradoxo. Gosto de conhecer outras pessoas e me sentir muito bem com elas, entretanto cada retorno para casa é um pedaço a menos. Ok. E muitas experiências a mais.
Caraca. Quero muito encontrar essas pessoas e lugares que fazem diferença na minha vida. E me formar nesse semestre. E conseguir uma casa logo. E ser feliz. E mudar e andar por muitos caminhos sempre.
E termino com a música que escuto agora. E que descobri nessa viagem num momento muito bacana: